A Netflix terminou o último ano com um número considerável de assinantes — 111 milhões, para ser mais exato. E se as coisas já vão muito bem para a companhia estadunidense, a previsão é de que elas melhorem ainda mais nos próximos cinco anos: analistas apontam que a companhia deve chegar a 201 milhões de assinantes em 2023, um aumento de 82%.

A projeção, feita pela Digital TV Research, indica ainda que 28 milhões de novos assinantes chegarão ao principal serviço de streaming do mundo apenas em 2018. Se isso se confirmar, será o maior crescimento anual já registrado pela companhia.

De todo esse volume de usuários de 2023, a Digital TV Research sugere que Europa Ocidental e América do Norte serão responsáveis por 62% deles (atualmente, clientes dessas regiões representam 76% do público da Netflix). Outros 14% virão das regiões da Oceania e da Ásia Oriental — essas são as regiões mais volumosas no serviço de streaming.

Em termos de países específicos, o Brasil deve ser o terceiro país com maior número de assinantes daqui a cinco anos, com 9,1 milhões de assinaturas, atrás apenas dos Estados Unidos (69,1 milhões) e Reino Unido (12,1 milhões).

Se aumenta o número de usuários, aumenta também a receita gerada por eles. A previsão, então, é que esse valor salte de US$ 11,3 bilhões de 2017 para US$ 28,8 bilhões em 2023, um aumento incrível de 155%. Desse montante, 55% virá dos cinco países com mais assinantes (EUA, Reino Unido, Brasil, Canadá e Alemanha).

Este texto foi escrito por Douglas Ciriaco via Tecmundo (um site da empresa NZN junto com o Minha Série).

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